Gent, está uma cidade muito voltada para o turismo comercial, apresentando aqui e ali, pormenores que, em minha opinião, não se coadunam com o turismo de hoje, como seja, lixo amontoado nas ruas.
Mas vamos à cidade,










Em abono da verdade, tenho de dizer que em Gent, optaram, em muitas situações, por reconstruírem literalmente e não restaurarem, para turista consumir...e consomem, pelo que vi, muitas vezes sem saberem o que estão a ver.
É o caso do seu castelo, que foi literalmente reconstruído, mas que, mesmo assim, se visita com algum agrado.






Vale, essencialmente, pela panorâmica que nos proporciona,


Tem uma praça engraçada e bem cuidada,


Depois foi andar ao sabor dos olhos...







Segui-se Lille, que tinha alguma curiosidade, pois passa ao lado de quase todos os roteiros turisticos.
Tem potencial e estão numa campanha de sensibilização com esse objectivo, pelos cartazes que vi. E têm de continuar...
A cidade apresenta já alguns apontamentos com destaque,



A ópera de Lille,

E sua basílica, curiosa, com a sua fachada reconstruída modernamente, numa pedra que, por dentro, permite uma transparência vistosa.
Não sei qual o motivo pelo qual se perdeu a fachada, bem bonita e que se vê numa maquete no interior. Pelo menos, assumiram a reconstrução...







Não podia deixar de visitar a casa desse grande estadista - Charles de Gaulle,

No caminho para Amiens, encontrei vários cemitérios militares das grandes guerras, que nesta região foram, ambas, particularmente violentas.
Da 1 Grande Guerra,


E da 2 Grande Guerra,

Pessoalmente, acho importante o destaque dado nestas casos e a escolha dos locais, para que as gerações futuras que por aqui passem, se possam questionar como foi possível que tudo isto tenha acontecido. E aconteceu.
Outro apontamentos é que, desde que entrei em França, volta tudo a estar semeado até perder de vista, desta feita mais à base de cereais e algum milho,

Amiens vive em torno da sua imponente catedral, como grande arte das catedrais francesas o são.








A cidade em si não apresenta grandes destaques, mas estava cuidada e limpa.
Aqui, a Casa de Júlio Verne, onde estavam a decorrer umas filmagens e onde o realizador, com piada, me perguntou se também queria entrar com o meu capacete...



Chegado a Rouen, depois de ter escapado por pouco a uma molha monumental, graças a uma área de repouso divina que apareceu, lancei-me à cidade,

Toda a parte fora do centro histórico é algo incaracterística e sem grandes apontamentos,



O seu conhecido arco com um relógio igual dos dois lados, de visita obrigatória e que abre as portas à cidade velha,


O arco por baixo,

Depois temos uma cidade bem conservada, ainda que apresente muitos edifícios de construção recente,





E, à semelhança de Amiens, também esta vive muito da importância da sua Catedral, que, neste caso, perde muito por se encontrar totalmente espartilhada e comprimida pela cidade, tornando-se impossivel fotografá-lá na totalidade,


O edifício de que mais gostei foi o Palácio da Justiça,



Percorri a cidade na tentativa, difícil, de arranjar onde jantar, pois estava tudo fechado dado ser Domingo,


Não é defeito da fotografia...


Este, de construção recente, procurou integrar-se, até nos materiais, dentro da envolvência em que se encontra...pena que nem todos tenham feito o mesmo,

Estava quase a chegar à praça onde pensava poder jantar e acertei...


Com este complexo monumento a Joana d'Arc


E lá me decidi por este simpático restaurante que apresentava boa música...dos anos 80, claro....



Também não são efeitos especiais...

E fui para casa que o céu ameaçava uma trovoada que felizmente só caiu já eu estava no hotel.
Até breve.
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