Fui directo a Hallstatt, que tinha curiosidade em ver.
A estrada até lá é linda,


O dia estava ainda meio enublado, com nuvens baixas, que davam quadros lindos de ver. Pena que não possa estar sempre a parar para os registar.


Encontrei carros e carros carregados de canoas para fazerem descidas no rio que acompanha a estrada, que corre forte e com muitos rápidos.

Hallstatt é um miminho à borda de água que me fez ter pena de não poder ficar por lá mais tempo...Adorei!












A água corre por todos os lados em cachoeiras que vão dar a canais e ao lago que banha a vila

A sua praça principal,

E uma igreja evangelista,

Na cidade não entram carros a não ser para os hoteis e para abastecer os restaurantes.
Deambulei e gozei esta vila ou cidade, não sei bem, que me ficou no coração,







À saída ainda encontrei esta Triumph com um casal bem mais velho que, simpaticamente, me cumprimentaram logo.

A ansiedade começava a apertar e arranquei rumo ao Grossglockner.
Esta estrada é portajada, não servindo o sêlo que tinha. Custou 22 €... Mas vale cada euro pago. Se vale.
Adjectivar o que vi, para mim, é difícil, porque pecaria por defeito e seria injusto. Não o faço, propositadamente, para que quem leia este blog e tenha oportunidade de a fazer, a faça e possa sentir o mesmo que eu.
Digo somente que foi a melhor estrada de montanha que alguma vez vi e fiz.
Único!
O GROSSGLOCKNER,
Antes da subida, com o meu companheiro de quase todo o percurso, montanha acima,





Já na montanha, com pena de não poder parar mais vezes e registar tanta coisa lida que vi.



Os vários picos que se vão avistando, que podem ser observados em pormenor nos vários miradouros com binóculos que se vão encontrando.

E sobe...Sempre numa estrada de piso irrepreensível, larga, sem praticamente um único gancho, digno desse nome...








E atingi quase o topo, onde parei para almoçar que a barriguita estava a queixar-se,




Preparando-me para o assalto final, mais uns registos,



O topo,








Comecei a descer e antes de entrar montanha dentro,

mesmo junto à estrada neve mesmo ali à mão,


Depois foi gozar montanha abaixo,


Antes de Graz, ainda passei por Heiligenblut,








Um dia que nunca mais me sairá do pensamento e que me faz pensar porque vale a pena viver neste planeta azul.
Viva o Grossglockner.
Até breve.
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