sexta-feira, 27 de julho de 2012

Dia 16 - Graz / Budapeste

Hoje aconteceu-me o segundo percalço, que faz com que este post seja muito incompleto.
Ao transpor as fotografias de hoje para o meu iPad, toquei inadvertidamente no botão apagar...e apagou mesmo as que estavam seleccionadas.
Fiquei sem fotografias de Graz e as que tinha tirado hoje da parte de Peste, de Budapeste. Amanhã, antes de sair para Viena, ainda vou tentar tirar, de novo, algumas.
O resto só os informáticos é que me podem valer.

Vamos lá à jornada de de hoje.

O dia começou com calor, que se manteve ao longo do dia, atingindo os 33 graus.

Fui direito ao centro histórico de Graz, que não conhecia, apesar de já por cá ter passado, a caminho de Viena.

Graz, segunda cidade da Áustria, é uma cidade grande, com alguns bons apontamentos, mas sem nada de grande relevo. Se não conseguir recuperar as fotografias perdidas, não é uma perda grave.

Cheguei a Budapeste e, após um banho retemperador, fui para o centro da cidade rever o que tinha visto há anos, estando curioso quanto à evolução.

Budapeste é uma cidade capital, muito grande, e o exemplo acabado da cidade ideal para visitar de mota.

Como cidade é recente - séc. XIX, aquando da junção de Buda com Peste.

Comecei por Peste, na margem esquerda do Danúbio, essa grande " veia cava " da Europa, que aqui tem uma dimensão arrasadora.

E é precisamente daqui que não tenho fotografias para hoje e que vou tentar colocar amanhã.

Atravessei para Buda, na conhecida Ponte da Correntes, uma das 10 pontes da cidade e fui visitar o Budai Vár, que está completamente limpo,









Vantagem de ter mota...não se paga para se subir até lá.

















De Buda, que representa sensivelmente um terço da cidade, é que se tem uma vista deslumbrante sobre Peste. É, de facto, algo único e daí a declaração de Património da Humanidade, pela UNESCO.










Eis Peste vista de Buda, aqui com o Parlamento irrepreensivelmente limpo,


























Mas Buda também apresenta os seus argumentos, ainda que em muito menor número que Peste, mas com uma qualidade de vida habitacional, incomparavelmente melhor que Peste, com um transito calmo e sem o vaivém turístico que, para quem tem de o viver todos os dias, deve ser cansativo.































Encontrei estas ruínas que ainda estão a ser estudadas,


























Atravessei de novo para Peste,















E ainda deu para ir ao Teatro da Ópera,









E revisitar o Restaurante Callas,












O esforço de recuperação da cidade é gigantesco e, quem a viu como eu vi, com os edifícios muito sujos e degradados, de que existem ainda alguns exemplos, tem bem a noção da dimensão do investimento que esta nação e esta cidade fizeram, para apresentar o hoje se pode deliciosamente ver.

Dois exemplos,










A cidade está fantasticamente limpa, para a metrópole que é, e com o turismo que tem,























Cheio de calor e ainda sem saber que iria ficar sem algumas fotografias, cheguei ao meu hotel familiar, num bairro muito simpático a norte de Peste e a 4km do centro da cidade, e gozei um banho nesta piscina que me soube pela vida...









Até breve.

Location:Bláthy Ottó utca,Budapest,Magyarország

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